A Vida no Paraíso

25 de agosto de 2019

Pavolva de frutos vermelhos com recheio de lemoncurd


Desde que experimentamos este doce não queremos outra coisa aqui no Paraíso! Esta foi feita para um jantar com a família e todos adoraram! Como não amar, é uma combinação de sabores perfeita para o Verão!
 
Ingredientes para a Pavlova {6 claras de ovos, 250 g de açúcar em pó, 1 pitada de sal; para a decoração usei morangos, framboesas e mirtilos}

Começar por pré-aquecer o forno a 150 graus e forrar um tabuleiro de forno com papel vegetal.
Bater as claras em castelo com uma pitada de sal, até ficarem bem firmes.
De seguida adicionar aos poucos, sem parar de bater, o açúcar em pó até obter um merengue que deverá ter um aspecto brilhante e formar picos consistentes e cremosos.
Colocar o merengue sobre o papel vegetal de forma a criar um circulo, como se fosse um bolo mas sem a forma. Tentar fazer um buraco no centro puxando o merengue para as extremidades (a minha abateu ao sair do forno, são muito sensíveis!)

Levar ao forno pré-aquecido entre 60 a 90 minutos nunca alterando a temperatura, o merengue deverá ficar dourado e crocante por fora e o interior macio e cremoso.
Desligar o forno e deixar a Pavlova arrefecer completamente dentro do forno com a porta entreaberta, assim evitará que abata.
Quando estiver completamente arrefecida pode decorar se for para servir de imediato ou então poderá decorar apenas no momento de servir.

Ingredientes para o recheio N.º 1 - Creme de Mascarpone com natas {200 ml de natas, 2 colheres de sopa de açúcar, 250 g mascarpone} 

Bater as natas até ficarem firmes, adicionar o açúcar e continuar a bater até incorporar, por fim adicionar o mascarpone e envolver até ficar fofo. Este recheio coloca-sea forrar o fundo da pavlova.

Ingredientes para o recheio N.º 2 - Lemoncurd {5 gemas de ovos, 2 ovos inteiros, 100 g de açúcar, sumo de 2 limões (cerca de 100 ml) raspa de 1 limão (só a parte amarela da casca), 60 g de manteiga fria}
Numa taça de vidro colocar todos os ingredientes á excepção da manteiga que deverá deixar no frigorífico bem gelada e colocar só no fim da receita. Misturar bem todos os ingredientes, e entretanto levar  ao lume um tacho com pouca água no fundo ao lume. Quando a água estiver quente colocar a taça por cima do tacho (sem que a taça toque na água) para que aqueça em banho maria. Mexer sempre, sem parar até engrossar.
Assim que obtiver um creme passar pelo passador para outra taça ainda quente, para retirar todas as impurezas. Logo de seguida juntar a manteiga ainda fria ao creme ainda quente, envolver bem e está pronto.
Deixar arrefecer bem, de preferência no frigorífico e só depois colocar este creme por cima do creme de mascarpone e natas. Por fim decorar com morangos, mirtilos e framboesas ou outras frutas a seu gosto.

Nota: Deve preparar com alguma antecedência dado que a pavlova demora algum tempo a arrefecer, aconselho a fazer de véspera.

24 de agosto de 2019

Saudades


Sentimos muito a tua falta Eva, já passaram 2 meses desde que partiste de repente, sem nada que o fizesse prever, uma morte súbita e imprevisível tal como tu sempre foste! Uma gata de personalidade vincada, tanto de mau feito como o reverso em maior proporção. Meiga e super protetora com aqueles que mais amavas, nós! Vais estar nos nossos corações para sempre!
Eva 10-04-2010 * 18-06-2019

29 de abril de 2019

Pavlova de Páscoa com doce de ovos e amêndoa

Esta magnífica e deliciosa Pavlova foi feita para o almoço de família no dia de Páscoa deste ano, e foi um sucesso. Sou fã deste doce há muitos anos, é dos meus doces preferidos mas por incrível que pareça nunca tinha feito nenhuma, tinha algum receio que algo corresse menos bem mas foi uma estreia que correu muito bem. A repetir muito e muito cá em casa e nas mais variadas versões!!

Ingredientes {6 claras de ovos, 250 g de açúcar em pó, 1 pitada de sal, doce de ovos, fios de ovos, 100 g de amêndoa palitada}

Começar por pré-aquecer o forno a 150 graus e forrar um tabuleiro de forno com papel vegetal.
Bater as claras em castelo com uma pitada de sal, até ficarem bem firmes.
De seguida adicionar aos poucos, sem parar de bater, o açúcar em pó até obter um merengue que deverá ter um aspecto brilhante e formar picos consistentes e cremosos.
Colocar o merengue sobre o papel vegetal de forma a criar um circulo, como se fosse um bolo mas sem a forma.

Levar ao forno pré-aquecido entre 60 a 90 minutos nunca alterando a temperatura, o merengue deverá ficar dourado e crocante por fora e o interior macio e cremoso.
Desligar o forno e deixar a Pavlova arrefecer completamente dentro do forno com a porta entreaberta, assim evitará que abata.
Quando estiver completamente arrefecida pode decorar se for para servir de imediato ou então poderá decorar apenas no momento de servir.
Primeiro deve cobrir com o doce de ovos, depois com os fios de ovos e por fim com a amêndoa palitada previamente tostada no forno ou numa frigideira.

11 anos de vida no Paraíso

Este mês de Abril o blogue fez 11 anos de existência e hoje mais que nunca faz todo o sentido relembrar o primeiro post que escrevi no blogue (e que em baixo transcrevo), onde citei um parágrafo de uma obra de João Grave onde fala do Porto de 1927. A nossa casa já existia nesse ano, e agora podemos dizer que as ruas do Porto voltaram à vida e ao movimento que João Grave lembra com saudade neste texto.
No entanto, este movimento atual deve-se ao turismo e não a uma melhor qualidade de vida dos portugueses como na altura acontecia. Onde a sociedade frequentava os teatros, os bailes, iam ouvir os poetas, e as ruas e os jardins enchiam-se de famílias.
A Rua da Bainharia, outrora uma viela estreita e sórdida, voltou a ser o passeio preferido graças aos turistas, mas infelizmente a maioria dos seus habitantes teve que deixar os seus lares para dar lugar a um número infindável de alojamentos locais.
O turismo está a ser bom e mau, a cidade está a ficar sem os seus genuínos habitantes, e as casas que estão a ser recuperadas a perder a sua genuinidade, e começam a parecer todas iguais.
Não está a ser fácil assistir a esta transformação diária da minha cidade, espero estar enganada mas daqui a alguns anos esta cidade ficará ainda mais vazia do que era antes.
Uma comemoração em jeito de desabafo de alguém que escolheu viver na cidade onde ninguém queria viver, onde ninguém queria estar sequer e agora todos querem ter a qualquer custo!

O PORTO DE 1927

O Porto era, então, a capital do norte, perfeitamente isolada da capital da nação, com a sua vida autónoma e característica, os seus hábitos, os seus costumes, as suas tendências. A gente de dinheiro de entre Douro e Minho e de Trás-os-Montes vinha aqui refugiar‑se enquanto durava o Inverno, frequentava os teatros, tinha as suas reuniões, oferecia os seus bailes e ia ouvir os poetas, de grenha ao vento, pedirem o mote às freiras, pelos outeiros dos conventos. Nesses anos, ainda a Bainharia — hoje uma viela estreita e sórdida — era o passeio preferido pelo mundanismo portuense, que por lá aparecia às tardes, de badine, chapéu alto de abas direitas, gravata tufada, e perfumes no lenço de finas rendas: e ruas e praças tinham um movimento, uma alegria, um enlevo que hoje não possuem!

in O Passado de João Grave, 1927.

4 de março de 2019

Torta de bolacha e chocolate


Uma receita nova que experimentei e todos adoraram cá em casa!
De ingredientes simples mas que resultam sempre bem, uma delícia impossível de resistir.
Aqui fica a receita:

ingredientes {800 ml de leite, 3 colheres de sopa bem cheias de amido de milho (uso Maizena), 1 lata de leite condensado, bolacha Maria qb (cerca de 2 pacotes), 200 g de chocolate culinária, 200 ml de natas}

Num tacho colocar o leite e o amido de milho e mexer muito bem com uma vara de arames para dissolver o amido no leite. Adicionar o leite condensado e mexer.
Levar ao lume médio mexendo sempre até engrossar, sem nunca parar de mexer sob pena de ficar com grumos, até ficar um creme.
Retirar do lume e com o creme ainda quente fazer a montagem do creme com a bolacha.
Numa taça redonda ou oval funda colocar uma camada de creme e por cima uma camada de bolachas. Repetir o processo e terminar com o creme por cima. Reservar e preparar a cobertura de chocolate.
Numa taça colocar o chocolate partido aos bocadinhos. Numa tigela colocar as natas e levar ao micro-ondas a aquecer, com as natas bem quentes colocar por cima do chocolate e esperar alguns minutos antes de mexer. Deve ficar um creme de chocolate espesso e aveludado que se coloca por cima do creme. Deixar arrefecer e levar ao frigorífico por 3 horas.

18 de fevereiro de 2019

Os Scones do Paraíso


Os Scones do Paraíso, um clássico cá em casa, não pode faltar a manteiga e a geleia caseira a acompanhar ainda quentinhos a sair do forno! São simplesmente deliciosos e fazem sucesso em qualquer lanche.
A receita foi sendo aperfeiçoada ao longo dos anos, esta quantidade rende cerca de 15 scones grandes, mas podem fazer apenas metade da receita para uma porção mais pequena.
Aqui fica a receita:

ingredientes {300 g farinha, 2 ovos, 2 colheres de sopa de manteiga derretida, 250 ml de leite, 1 colher de sopa de fermento em pó, 1 pitada de sal}

Pré-aquecer o forno a 220 graus.
Juntar todos os ingredientes numa taça e misturar tudo muito bem.
Colocar em forminhas untadas e levar ao forno bem quente até crescerem e estarem dourados, entre 15 a 20 minutos. Retirar das formas e servir quentes com manteiga, geleia, doces de fruta ou salgados.

16 de fevereiro de 2019

Passeio do dia dos namorados com os meus amores

O nosso passeio do dia dos namorados começou com flores, muitas flores, centenas de tulipas coloridas espalhadas pela nossa cidade. Está um encanto vale a pena visitar! O final do dia estava magnífico com 20 graus em Fevereiro o que mais podemos desejar?
E o passeio terminou com um delicioso jantar num restaurante chinês, foi uma estreia para a nossas princesas e a mais velha adorou conhecer mais um pouco desta cultura que a fascina. Até tentou comer com os pauzinhos! Estava tudo muito bom, adoramos o nosso passeio e jantar de namorados a 4.